quinta-feira, 17 de abril de 2008

Rotina.

Baseada no banco de imagens do Google.
(Por que os dias nas agendas só começam às 8 horas?)

Acordo. Banho. Café. Escova de dentes e de cabelos. Sapatos calçados às pressas.
Cadê a porcaria das chaves? Será que vai chover?
No meio do caminho, perco o ônibus. Ponto. Espera. Atraso. Aperto. Impaciência e mau humor.
Desço do ônibus, atravesso o sinal. Corrida. O sinal de pedestres ta quebrado. Antes de chegar à calçada, tropeço. Me refaço. Suspiros. Tudo isso antes das sete.
Após a pressa: sentar, rever, rever e rever as mesmas coisas. Tédio. Alguns risos com piadas. Só pra acompanhar quem está de lado.
Pausa pra comida. Fome?!? Cansaço. Saco cheio. Volto à cadeira da sala. Só mais duas horas. Daqui a pouco passa!
Por que raios e trovões o tempo demora tanto a passar? Aperto a cadeira pra não dar um berro antes de sair. Afinal, deve ser a última vez nisso. Só até o fim do ano, se Deus quiser!

- Você anda tão tristinha...

Não! To de saco cheio. Alguém me dá um doce? Ta na hora de ir.

Sol à pino lá fora. Fico bronzeada sem ao menos ir à praia. Sardas mais novas surgem no meu rosto. Após 1 hora de espera, chega o ônibus. Como sempre: lotado.
Trânsito, calor, pessoas, aperto e mais mau humor.
Casa, finalmente. Fome?!? Mais uma vez cansaço. Banho. Ai! Banho bem demorado. E a lembrança que o dia só começou... Mesa, livros, tudo de novo.
O bendito celular toca. Não. Não posso sair com você! Sento novamente. Agora o relógio caminha rápido e falta tempo. Vou ENLOUQUECER!
Já são 19:00h. Molhar a cabeça pra ver se ela esfria.

(Alguém me responde por que as agendas terminam às 18h?)

Meu dia chega agora perto do fim. Perto. E o seu?

Me abraça?? Me empresta o ombro pra que eu descanse a cabeça? Não preciso de mais nada. São 23 horas. Insônia. Preciso dormir. Tentar des(!)cansar. Boa noite!

E hoje, sonho contigo.

Leia Mais