quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Beatriz....

Menina de longos cabelos. Vivia numa caixa essa menina. Sonhava com platéia, música, letras e nuvens no céu. De hora em hora, baixava a cabeça para o mundo lá fora. Ruborizavapor sentir-se deslocada dentro da frieza alheia. Sua alegria cabia num abaraço apertado.
Nunca olhou para dentro, essa menina. Fugia de relógios. Brincava com o tempo, mas tinha medo dele. Mal sabia ela que seu temido inimigo, apesar da fama de voador, sabe esperar. Para quem sabe enfeitiçá-lo, ele até pára e dá passagem. Volta atrás e repete as chances perdidas.
Pobre menina de cabelos longos. Tão séria e ainda tão inocente de sentir. Só sonhos e bondade.
Um dia, o sol se escondeu. A menina de cablos longos morria de medo do escuro. Onde haveria se metido aquela estrela? E agora? A menina se guiava pela luz desse soll. E, sem ele, encontrava-se com medo e perdida.
Após olhar novamente, a menina conhceu o vento. Sentiu ele bater em seus longos cabelos. Fez amizade com ele. Conversaram. E a menina aprendeu a voar. Saiu do casulo, com lindas asas; reviu o sol que cvoltou para aquecê-la. Porque a menina de longos cabelos agora batia asas. E sozinha se guiava. Mesmo com uma ajudinha do vento, eram só ela e suas asas.

Leia Mais

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

“ - Ei, vem cá. Me dá aquele sorriso aberto e me faz um cafuné.”

Foto por: arquivo de imagens do yahoo.
Entre os suspiros de cansaço e a dor da incerteza.
Entre o toque e o espaço que sobra no abraço.
Entrego-me ao acaso. Vejo o tempo sumir.

Qual o preço da espera?
Essa vontade que se faz presa na garganta...
Querer ter atitude, mas ver o tempo passar.
Tempo esse que faz sua função: passa. E não perdoa.

Por isso digo que cansei. Vem aqui. Segura a minha mão e me abraça.
Deixa as explicações pra depois. O que os outros pensam pra depois.
Não importa como vai ser. Ou até mesmo o que isso vai ser.

Eu sei que queres. E sabes que eu quero. Portanto, não se prende tanto a convenções, me dá aquele sorriso aberto e me faz um cafuné.

Leia Mais

sábado, 4 de outubro de 2008

Sarau (AIC)




"Morre aos poucos quem desiste de uma luta quando perde a batalha."

Leia Mais